segunda-feira, 4 de julho de 2011

CONTRA FURACÕES E TORNADOS....ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL.










EFÉSIOS 5.11-"E NÃO SEJAIS PARTICIPANTES NAS INFRUTÍFERAS OBRAS DAS TREVAS, ANTES PORÉM, REPROVAI-AS."
TEMOS VISTO E OUVIDO, NESSES ÚLTIMOS TEMPOS, ANOS, MESES, SEMANAS, DIAS; MOVIMENTOS "EVANGÉLICOS" DE GRANDES MOVIMENTAÇÕES DAS MASSAS DE MANOBRA, DE HOMENS COM INTERESSES PARTICULARES (COM PRETEXTO DE SEREM DO REINO), MOVIMENTOS QUE SÓ FAZEM CHAMAR A ATENÇÃO PARA SI, E NÃO POSSUEM EM SI MESMO, CARACTERISTICAS DE FORTALECIMENTO E ESTRUTURAÇÃO ESPIRITUAL DA IGREJA. SE ESSES MESMOS "HOMENS DE DEUS" APLICASSEM ESSES RECURSOS NA ESTRUTURAÇÃO DE SUAS ESCOLAS BÍBLICAS DOMINICAIS (ISSO É, SE ELES POSSUEM UMA PELO MENOS), TERIAMOS MUITO MAIS RESULTADOS POSITIVOS, TERIAMOS CRENTES MADUROS, E NÃO "MENINOS INCONSTANTES" LEVADOS POR QUALQUER VENTO DE DOUTRINA. MAS ELES APRENDERAM BEM COM NOSSOS "GOVERNANTES' QUANTO MAIS *(INGINORANTE) O POVÃO MELHOR,  OS DOMINAREMOS SEM PERCEBEREM.
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL ENSINA O CRENTE AS VERDADES DA PALAVRA DE DEUS, (E CONHECEREIS A VERDADE, E A VERDADE VOS LIBERTARA), EM VEZ DA ESCOLA (POIS É CHATA E SEM GRAÇA E O PROFESSOR TAMBÉM), MOVIMENTOS DE GRANDES PROPORÇÕES, COM "GRANDES PREGADORES", QUE NÃO SOMAM EM NADA PARA O REINO DE DEUS, SALVO, RARISSIMAS EXCEÇÕES.
ENCONTREI ESSA MATÉRIA NO BLOG GENIZAH, E RESOLVI PUBLICA-LO.

PROFESSOR VALDIR.



O clima do mundo está mudando. Furações, tornados, geleiras, inundações... Na igreja não é diferente.

Como venta na igreja!

Ventos estranhos, tornados vorazes que castigam a sã doutrina e não apenas tosquiam, mas escalpelam as ovelhas, financeira, emocional e espiritualmente.

A questão do clima global é complexa. As soluções são difíceis e os países tem interesses diferentes, quase impossíveis de se conciliar.

Na igreja, contudo a questão é mais fácil: Há o interesse de muitos e há o interesse de Jesus que está explicitado em Apocalipse 2, indicando uma tarefa a ser assumida nos últimos dias. A tarefa apologética. A partir do verso 19 Jesus começa a falar com a Igreja de Tiatira, verso 19:

"Eu conheço as tuas obras, e o teu amor, e o teu serviço, e a tua fé, e a tua paciência, e que as tuas últimas obras são mais do que as primeiras."

Cristo reconhece as qualidades da Igreja porém no versículo 20 vem a exortação:

"No entanto, contra você tenho isto: você tolera Jezabel, aquela mulher que se diz profetisa. Com os seus ensinos, ela induz os meus servos à imoralidade sexual e a comerem alimentos sacrificados aos ídolos."

Como nos lembra um leitor do blog (*) que fez este comentário temos:

“Notem que no verso vinte a oração começa por uma conjunção adversativa, que exprime ideia de contraste e oposição, então Jesus exorta a Igreja por aceitar uma mulher, que se diz profetisa, disseminar um FALSO ENSINO, cuja consequência é uma série de outros pecados. Atual o texto, não? A exortação a Tiatira nos mostra que o falso ensino é perigoso por dar origem a outros pecados. O que acontece com a Igreja, se esta não identificar e combater o falso ensino?”

Obviamente, mais pecados. E a incapacidade de cumprir o IDE. Os falsos ensinos são como agentes que causam câncer em células boas e as fazem crescer desordenadamente até que todo o corpo morra.

Como parar este câncer espiritual? A exortação é dada por quem identifica o falso ensino. Mas a CURA DO CÂNCER é a Escola Bíblica.

A EBD é a instituição levantada por Deus para estes dias para combater a apostasia. Quem conhece as Escrituras Sagradas não se deixa levar por ventos de doutrina.

Algumas denominações, em especial as neopentecostais, oferecem muita apostila e nada de Bíblia. Não aceite isto meu irmão! Nas apostilas estão os falsos ensinos.

Material de apoio é uma benção. Um bom programa também. Produtos de qualidade como os produzidos pela CPAD para pentecostais e por outras editoras e instituições sérias vinculadas a Batistas, Presbiterianos, Anglicanos, Luteranos, Metodistas e outras denominações tradicionais.

Uma aula estruturada e tudo o mais é importante, mas não perca a Bíblia de vista. Tudo o que o falso doutrinador quer é que você deixe a Bíblia na estante.
Vocês não imaginam a nossa felicidade quando descobrimos que um artigo, reportagem, ou vídeo que publicamos está sendo usado como material ilustrativo em uma aula de EBD. E são muitos!
Razões principais para frequentar blogs apologéticos, segundo seus frequantadores.
Os blogs apologéticos são uteis para ilustrar aulas de EBD. Em nossa pesquisa (veja no final), 6.6% dos respondentes informam que visitam blogs apologéticos a fim de obter subsídios para a Escola Bíblica e outros 10,5% para obter subsídios para seus estudos. Glórias a Deus por isto!  

Fico feliz em poder divulgar os resultados desta pesquisa (veja no final),  dando aos blogs apologéticos o peso numérico de sua influência. Contudo, junto com a compreensão desta importância, surge a necessidade  dos blogs apologéticos  assumirem os cuidados relativos a esta responsabilidade.

Percentual dos leitores de Genizah que se declaram professores de EBD (cumulativo)

Meus irmãos, tenham em mente que a superioridade de nossa opção protestante é função da intimidade que  temos com as Sagradas Escrituras. A Escola Bíblica Dominical é a instituição que nos habilita a um contato mais profícuo com o texto sagrado. E por conhecer as Escrituras, podemos discernir sobre o que nos falam.  

Na Escola Bíblica aprendemos a ser mais nobres. (At 17:11)

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Genizah realizou uma pesquisa em outubro do 2010 fazendo uso da ferramenta Monkey Survey oferecendo um questionário para os seus mais de 10,000 leitores diários. Outras questões, enviamos para uma amostra da nossa base de 1,2 milhão de e-mails.  Os gráficos desta matéria são aqueles com resultados relativos a Escola Bíblica Dominical.

O resultado completo desta pesquisa será divulgado oportunamente. Por enquanto Genizah irá escrever artigos acerca de aspectos pontuais dos achados.


(*) Rafael Tavares, em comentário ao blog.

Genizah
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A "DOUTRINA" DA CURA INTERIOR.



“Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios.” 1 Timóteo 4.1

Texto: JO 8. 31,36

Introdução:
Cura interior significa a cura da alma e do espírito do homem, diferentemente da cura física. Neste sentido, a cura interior é uma realidade; o que é falso na teologia da cura interior são os métodos empregados para se obter esta cura interior, bem como o momento em que ela acontece.
A cura interior existe, e hoje você irá aprender o que ela é na verdade e quando ela ocorre.

A teologia da cura interior
Os adeptos desta heresia crêem que após o ser humano entregar a vida para Cristo precisa ser liberto de traumas do passado e, portanto, necessita descobrir estes traumas que tiveram no passado para liberar perdão ou ainda pedir perdão pelo ofensor, pois, caso contrário, sua vida espiritual irá por “água a baixo”.
Como é difícil, segundo eles dizem, lembrarmos sozinhos da nossa vida passada; faz-se necessário à ajuda de terapias de regressão feitas individualmente e muitas vezes em seminários e encontros promovidos por pastores ou até mesmo por irmãos muitas vezes despreparados. Esta moda é bem comum em movimentos como o G12.
Segundo afirmam aqueles que crêem nesta doutrina, a causa de muitos crentes viverem “debaixo de maldições” e terem uma vida derrotada e frustrada, é de não terem sido ainda curados interiormente; por isso o Espírito Santo não pode fluir plenamente em suas vidas.

A verdade sobre a cura interior
1)Primeiramente quero tocar na questão da suficiência do sacrifício de Cristo. Jesus não fez a obra pela metade em nossas vidas, portanto, o que necessitamos é crer no que ele fez e continua fazendo. Leia Jo 13. 10 (Jesus nos limpou de uma vez por todas; todos os pecados do passado foram perdoados, recebemos um novo coração que também é um coração que perdoa; o que precisamos na verdade é nos arrependermos do que fazemos em nosso caminhar cristão e pedir perdão a Deus); II Co 5.17.
Já pensou se o nosso perdão estivesse condicionado a lembrarmos de todos os pecados que fizemos, nos mínimos detalhes! Certamente iríamos ficar em falta.
É justamente por esses motivos que precisamos de Cristo, não somos capazes de conquistar libertação, por isso Jesus veio até nós e não fomos nós que nos aproximamos dele! Is 53.1-5; 61.1-3

Quando é ensinado que após a conversão precisamos descobrir qual tipo de trauma do passado estamos “carregando”, estamos indiretamente dizendo que o sacrifício de Jesus não é suficiente o bastante para nos dar a vitória. A Bíblia deixa clara que o que Jesus fez por nós é completo, a Palavra de Deus inteira nos mostra este princípio. Veja ainda o seguinte texto: Jo 8.36. Não podemos acrescentar algo a mais à conversão para termos uma vida plena de paz.
2)Em segundo lugar, podemos observar que há um esforço humano para solucionar problemas da alma, problemas que somente Cristo pode resolver. Terapias de regressão, mapas espirituais de gerações passadas e outras práticas que demonstram a tentativa fútil do homem se libertar por esforço próprio: Eu perdôo fulano, eu declaro, eu peço a Deus que perdoe beltrano, etc...
E o que Jesus fez? É uma questão de fé! Ele nos perdoou de todos os nossos pecados, isso significa todos os pecados do passado, presente e daqueles que ainda iremos cometer! A Bíblia é bem clara quanto a este fundamento! Por isso que em João 8.35 está escrito que o Filho permanece para sempre; para sempre em que lugar? Em nossos corações! Portanto se ele nos libertou, somos verdadeiramente livres, não existe meio livre ou quase livre; o que ocorre com certas pessoas é que não conheceram a Cristo verdadeiramente ou não tem fé em sua Palavra que é a Verdade, e por isso vivem sofrendo e tentando adivinhar problemas e traumas do passado, uma verdadeira loucura e confusão!
3)Esta heresia ensina que alguém é o culpado do que acontece comigo, ou seja, é ensinado que eu não sou o culpado, mais sim outra pessoa; em outras palavras “ponho a culpa em alguém”, satisfaço o meu ego e está resolvido o meu problema. Por exemplo: Se eu sou rancoroso é porque minha mãe era rancorosa ou porque me batia muito, na verdade ela é a culpada do meu agir rancoroso, portanto basta dizer: Eu perdôo a minha falecida mãe por ter me feito rancoroso e então resolvo o problema. Pelo que você pode perceber, aí é que se comete pecado, porque estou guardando magoa e amargura em meu coração e não estou verdadeiramente perdoando, mais acusando a alguém pelos meus erros e frustrações! Assim fica muito “fácil”; sou rancoroso por causa de alguém, sou lésbica por causa de alguém, sou ladrão por causa de alguém, não tive culpa de nada, sou uma vítima das fatalidades que envolveram a minha vida.
Pior ainda é quando o suposto culpado está vivo e o irmãozinho cai na besteira de ir perdoar o culpado. Chega até o “culpado” e diz: Eu te perdôo por você ter me deixado cheio de traumas; na verdade esta pessoa está acusando a terceiros, quando o certo é pedir perdão a Deus por ter ficado magoado!
Na verdade esta faltando para esta pessoa uma genuína conversão.A cura interior, quando ensinada deste modo, fere os princípios básicos necessários à verdadeira conversão; tais como: reconhecer os próprios pecados, se arrepender, confessar, crer, etc...
Já é estranho um crente ter mágoas e traumas do passado, pois isso não pode ter lugar em nossos corações onde habita o Espírito Santo, entretanto, se por ventura a mágoa tentar entrar, ela deverá ser eliminada pelo confronto com a Palavra de Deus! Hb 12. 15

Vale lembrar uma regra:

a)Meus pecados antes da conversão foram perdoados(At 17.29; Hb 8.12;10. 15-18)

b)Quando alguém nos pede perdão; devemos perdoar!

4)Os adeptos deste ensino precisam compreender ainda que todo homem é pecador (Rm 3.23) e precisa de salvação. Por mais que alguém tenha sido maltratado pelos pais ou por qualquer pessoa que seja, ou tenha passado por situações terríveis, este alguém será culpado pelos seus próprios atos; se não fosse assim, nem todos precisariam de salvação, haja vista alguns terem explicações para agirem de determinada forma.
Todo homem é responsável por seus próprios atos! Ez 18.4,20

5) A salvação compreende um novo nascimento, morrer para o mundo e viver para Cristo. Se verdadeiramente somos novas criaturas, tudo relativo ao nosso passado foi sepultado com Cristo. Leia os textos a seguir: II Co 5.17 e Fp 3.13,14 . É certo que ainda vivemos neste corpo sujeito a muitas limitações por causa do pecado, mais quanto aos traumas do passado, eles devem ser sepultados!

6)Na autêntica conversão, a cura interior ocorre imediatamente, ou seja, um coração transformado pelo Espírito Santo reconhece os seus próprios erros e também perdoa os do próximo. Um coração transformado é um coração perdoador; se ele está cheio de magoas e traumas, não é porque precisa de terapia, e sim de conversão!
O coração de uma nova criatura perdoa o que lhe ofende e não fica guardando ressentimentos!

7)É uma maldade levar alguém a ficar sofrendo lembrando de traumas do passado quando Cristo já apagou todos eles de nossa vida.

Do que o homem precisa ser curado interiormente?

Precisamos da cura do coração.
Todo mal vem de dentro do coração do homem (Mt 15.16-20)
Devemos saber que o homem necessita ser curado interiormente, no entanto precisamos saber também do que ele precisa ser curado.
A Palavra de Deus nos ensina que Jesus levou sobre si as nossas enfermidades. O coração do homem estava distante de Deus e doente; cheio de pecados e de maldade. Cristo morreu para nos libertar do pecado e da morte. Ao derramar o seu sangue na cruz, resolveu definitivamente o problema do pecado e da morte. Quando aceitamos a Jesus Cristo como o Nosso Senhor e Salvador, o Espírito Santo vem habitar em nosso coração transformando este coração em um novo coração onde a mágoa, ódio e ressentimentos não podem achar mais lugar.
Jesus entra aonde nenhum remédio, psicólogo ou psiquiatra pode entrar; ele entra no mais profundo do homem. Quando um crente está se sentindo mal ou frustrado, ele não precisa de terapia, mais de arrepender-se e lembrar de que ele é uma nova criatura!

Conclusão:

Aprendemos que a verdadeira cura interior acontece no momento da conversão e que consiste na transformação de um coração doente em um novo coração. Desmascaramos a heresia da cura interior e estudamos os seus erros.
Fonte: www.igrejasementedavida.com.br


Sábio conselho do apóstolo Paulo:

"Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas, prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus".Fl 3:12-14
 (grifo meu).
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CURA INTERIOR- PRISÃO SEM ALGEMAS.














“Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi transpassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”– Is 53.4-5

“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida em Cristo Jesus te livrou da lei do pecado e da morte.” – Rm 8.1-2

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” – 1 Jo 1.9

Qual pessoa não tem problemas? Seja cristão ou não, todos temos imperfeições, defeitos, manias, vícios, uns que não trazem grandes transtornos, outros que realmente atrapalham nossa vida. Porém, se você for cristão, já há a solução para todos os seus problemas: seminários de libertação e cura interior.

É infeliz no amor? Não pára em nenhum emprego? Tem um gênio ruim? Sofre dificuldades financeiras? Possui alguma enfermidade? O diagnóstico é claro: maldições hereditárias e/ou pecados não confessados, que abririam as brechas para que os demônios possam nos atormentar 24 horas por dia (alguns até “chipam” as pessoas para facilitar o monitoramento). A solução? Só passando pelo processo de cura interior.

Basicamente funciona assim: o vitimado por algum mal vai a um seminário de batalha espiritual e cura interior que, dependendo do ministério, pode durar um final de semana ou 7 reuniões, uma a cada semana. No seminário, ouve palestras que utilizam passagens da Bíblia fora de seu contexto (por exemplo, atrelar o fato de terem que tirar os panos que prendiam o corpo do recém-ressurreto Lázaro com o fato de ser necessário tirar os “panos” ou “pecados não confessados” dos já convertidos para que a libertação aconteça de fato), com o intuito de provar que a libertação não vem apenas de Jesus Cristo: é preciso seguir uma série de procedimentos, os quais foram revelados nos últimos tempos aos líderes dessa metodologia (a propósito, como ficaram os trocentos milhões de cristãos desde os primeiros tempos até o século passado, que desconheciam as técnicas de cura interior?). Se o cristão não seguir os procedimentos, continuará com seu espírito ou alma aprisionados nas profundezas, sendo atormentado pelos demônios com doenças e esquisitices. Por isso é que muitos cristãos, segundo os defensores dessa técnica, vivem espiritualmente “mortos”: porque suas almas ou espíritos estão presos, e não podem receber mais de Deus por isso. Essa prisão ocorre por culpa do próprio cristão e de seus ascendentes, que em algum momento autorizaram os demônios a agirem em suas vidas. Para anular essa ação, deve-se rejeitar a tal autorização, e como o demônio (não os líderes cristãos, claro!) é muito legalista, é preciso nomear demônio por demônio, pecado por pecado, e ai do fulano se esquecer de algum! Se esquecer, esqueça a libertação também, pois por esse demoniozinho ou pecadinho esquecido de renunciar sua alma ou espírito continuará preso.

No site do Ministério Ágape de Reconciliação há um formulário que precisa ser preenchido por todos que participam do evento. Os líderes oram e escolhem os casos mais escabrosos para serem ministrados individualmente; o restante recebe as orações e palestras coletivas apenas. Note que o formulário é bastante completo, tem nome de demônio que nunca nem pensei que pudesse existir, nomes de rezas, de religiões, de diversos tipos de envolvimentos que precisam ser lembrados pelo fiel. Mas gente, já pensou se o coitado fez um pacto sem querer com um demônio cujo nome não está na lista, ou fez algo há tanto tempo que não se lembra mais?

Na ministração individual, “privilégio” de poucos, já que o tempo é escasso e são vendidos muitos ingressos para os seminários, um pastor e um intercessor ficam perguntando sobre sua vida, e o intercessor, de acordo com o que você fala, recebe “revelações” do que está espiritualmente por detrás daquilo. Aí ora-se, renuncia-se a tudo o que está no formulário, expulsa-se os demônios, rasga-se o formulário e o cristão está livre, leve e solto!!! Está mesmo?

Não há estatísticas confiáveis sobre quantos são realmente libertos, pois não há o interesse dos ministérios de libertação e cura interior de acompanhar os casos com o passar do tempo. As únicas estatísticas que esses ministérios guardam com alegria (orgulho?) é a de quantos já frequentaram os seminários e cursos. Mas eu entendo isso, o importante é fazer a obra, se o fulano não foi liberto é problema da fraqueza espiritual e da falta de fé dele, nós como ministério somos muito ocupados, tendo que realizar seminários pelos quatro cantos do país, então não há como se preocupar com as vidas: elas que procurem seus próprios pastores.

Até entendo que possa haver alguma boa intenção na busca de tantos crentes por cursos de libertação e cura interior, porém essa doutrina fere o sacrifício de Cristo por nós, tirando Dele e colocando em nós mesmos o poder por nossa libertação. Não adianta nada Jesus ter morrido por mim, se não rejeitei várias vezes (uma vez só não adianta, o bicho é tinhoso) que quando pequena comi uma balinha na festa de Cosme e Damião, e essa bala estava consagrada ao caboclo não-sei-das-quantas (como vou saber, se eu era pequenininha e não sabia o que era caboclo?). O sangue de Cristo não tem poder nenhum sobre mim se eu não confessar os pecados que meu tataravô, aquele escravocrata, ou será escravo, ou será até mesmo algum índio canibal (sou descendente de negros, índios e brancos) cometeu naqueeeela época, e que abriu a brecha para que um demônio qualquer atormentasse pessoas da minha família até chegar a mim, a sortuda que tem a ferramenta da cura interior para me salvar! Mas e aí, como me lembrar dos pecados do meu tataravô? Mal conheci meu avô!!! Ah, mas para isso existem os intercessores, só eles podem ver o passado, presente e talvez o futuro! E, descoberto o problema e feita a renúncia, outra brecha do passado surge e lá vamos nós investiga-la de novo…

A doutrina da libertação e cura interior acaba se tornando uma prisão sem fim, onde demora-se anos para que uma vida seja restaurada, porém onde não há muitas vezes interesse em se perder anos com uma vida quando se pode ministrar vidas ao atacado todas as semanas. Se a ministração é superficial e serve mais para confundir do que para esclarecer não importa, o importante é que estamos fazendo a obra de Deus. Mas Deus disse para substituirmos Seu Filho por métodos?

Jesus disse que veio nos trazer vida e liberdade. Numa sinagoga em Nazaré, Ele abriu o livro do profeta Isaías no capítulo 61:

O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração de vista aos cegos, para por em liberdade os oprimidos e apregoar o ano aceitável do Senhor. – Lc 4.18

Então passou Jesus a dizer-lhes: hoje se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir. – Lc 4.21

Se já se cumpriu no Reino de Deus a libertação dos cativos e oprimidos, para que precisamos pesquisar nosso passado em busca de todos os envolvimentos malignos? O batismo e o confessar a Cristo não têm poder nenhum?

Têm sim. Quando aceitamos a Cristo como nosso Senhor temos todos os pecados perdoados por Seu sangue e em Jesus somos justificados diante de Deus. Porém essa tem que ser uma verdade em nosso coração, não apenas de boca. O sermos santos não nos impedirá de termos problemas, de sermos atribulados, de sermos perseguidos, pois a boa-nova diz que no mundo teremos aflições, porém Jesus venceu o mundo e, com Ele, somos também vencedores. Cristo nos liberta, quem nos aprisiona são sistemas e doutrinas humanas, cercadas muitas vezes por uma aura mística que lhes denota um poder especial. Não é preciso fazer curso de cura interior para expulsar demônios (os discípulos fizeram?), mas muitos estão fazendo porque a idéia lhes foi muito bem vendida.

Queremos verdadeira cura interior? Peçamos a Cristo que nos faça uma cirurgia cardíaca espiritual, tirando nosso coração de pedra e colocando, em seu lugar, um coração de carne. Rapidinho vamos ver os resultados, e nem precisaremos perder tempo nomeando demônios.

Fonte: [ Uma estrangeira no mundo ]
Recomendo a leitura dos demais artigos desse blog, muito bom conteúdo.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O DECLÍNIO DA PREGAÇÃO CONTEMPORÂNEA.


O Declínio da Pregação Contemporânea

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John MacArthur 3John MacArhtur, autor de mais de 150 livros e conferencista internacional, é pastor da Grace Comunity Church, em Sum Valley, Califórnia, desde 1969; é presidente do Master’s College and Seminary e do ministério “Grace to You”; John e sua esposa Patrícia têm quatro filhos e quatorze netos.

Você já percebeu como diversos comerciais de televisão não falam especificamente sobre os produtos que anunciam? Um anúncio de jeans apresenta um comovente drama a respeito da infelicidade dos adolescentes, mas não se refere ao jeans. Um comercial de perfumes mostra uma coletânea de imagens sensuais sem qualquer referência ao produto anunciado. As propagandas de cerveja são algumas das mais criativas da televisão, mas falam muito pouco sobre a própria cerveja.

Esses comerciais são produzidos com o objetivo de entreter, criar disposição e apelar às nossas emoções, mas não para transmitir informações. Com freqüência, eles são os mais eficientes, visto serem os que fazem melhor proveito da televisão. São produtos naturais de um veículo de comunicação que promove uma visão surrealista do mundo.

A televisão mescla sutilmente a vida real com a ilusão. A verdade é irrelevante. O que realmente importa é se estamos sendo entretidos. A essência não significa nada; o estilo de vida é o que mais interessa. Nas palavras de Marshall McLuhan, o instrumento é a mensagem.

Amusing Ouselves to Death (Divertindo-nos até à morte) é um livro perceptivo mas inquietante escrito por Neil Postman, professor da Universidade de Nova Iorque. Ele argumenta que a televisão nos tem mutilado a capacidade de pensar e reduzido nossa aptidão para a verdadeira comunicação.

Postman assegura que, ao invés de nos tornar a mais informada e erudita de todas as gerações da História, a televisão tem inundado nossas mentes com informações irrelevantes, sem significado. Ela nos tem condicionado apenas ao entretenimento, tornando obsoletas outras formas de interação humana.

Postman ressalta que até os noticiários são uma apresentação teatral. Jornalistas simpáticos relatam calmamente breves notícias sobre guerras, assassinatos, crimes e desastres naturais. Essas histórias catastróficas são intercaladas por comerciais que banalizam suas informações, isolando-as de seu contexto. Em seu livro, Postman registra um noticiário em que um almirante declarou que uma guerra nuclear mundial seria inevitável. No próximo segmento da programação, houve um comercial do Rei dos Hamburgers. Não se espera que nossa reação seja racional. Nas palavras de Postman, “os espectadores não reagirão com um senso da realidade, assim como a audiência no teatro não sairá correndo para casa, porque alguém no palco disse que um assassino estava solto na vizinhança”.

A televisão não pode exigir uma resposta sensata. As pessoas ligam-na para se divertir, não para serem desafiadas a pensar. Se um programa exige que pensemos ou demanda muito de nossas faculdades intelectuais, ninguém o assiste.

A televisão tem diminuído o alcance de nossa atenção. Por exemplo, alguma pessoa de nossa sociedade ficaria de pé, entre uma sufocante multidão, durante sete horas para ouvir os debates dos candidatos a presidente da República? Sinceramente, é muito difícil imaginar que nossos antepassados possuíam esse tipo de paciência. Temos permitido a televisão nos fazer pensar que sabemos mais agora, enquanto na verdade estamos perdendo nossa tolerância na área de pensar e aprender.

Sem dúvida, a mensagem mais vigorosa do livro de Postman está em um capítulo sobre religião. Esse homem não-crente escreve com profundo discernimento a respeito do declínio da pregação. Ele contrasta a pregação contemporânea com o ministério de homens como Jonathan Edwards, George Whitefield e outros. Estes homens contavam com um profundo conteúdo, lógica e conhecimento das Escrituras. Em contraste, a pregação de nossos dias é superficial, com ênfase no estilo e nas emoções. Na definição moderna, a “boa” pregação tem de ser, antes de tudo, breve e estimulante. Consiste em entretenimento, não em ensino, repreensão, correção ou educação na justiça (2 Tm 3.16).

O modelo da pregação moderna é o evangelista esperto que exagera as emoções, traz consigo um microfone, enquanto anda pomposamente ao redor do púlpito, levando os ouvintes a baterem palmas, movimentarem-se e fazerem aclamações em voz bem alta, ao tempo em que ele os incita a um frenesi. Não existe alimento espiritual na mensagem, mas quem se importa, visto que a resposta é entusiástica?

É lógico que a pregação em muitas das igrejas conservadoras não se realiza de maneira tão exagerada assim. Mas, infelizmente, até algumas das melhores pregações de nossos dias contêm mais entretenimento do que ensino. Muitas igrejas têm um sermão característico de meia hora, repleto de histórias engraçadas e pouco ensino.

Na verdade, muitos pregadores consideram o ensino de doutrinas como algo indesejável e sem utilidade prática. Uma grande revista evangélica recentemente publicou um artigo escrito por um famoso pregador carismático. Ele utilizou uma página inteira para falar sobre a futilidade tanto de pregar quanto de ouvir sermões que vão além de mero entretenimento. Qual foi a sua conclusão? As pessoas não recordam aquilo que você pregou; por isso, a maior parte da pregação é perda de tempo. “Procurarei fazer melhor no próximo ano”, ele escreveu, “isto significa desperdiçar menos tempo ouvindo sermões demorados e gastando mais tempo preparando sermões curtos. As pessoas, eu descobri, perdoarão uma teologia pobre, se o culto matinal terminar antes do meio-dia”.

Isto resume com perfeição a atitude que predomina na igreja moderna. Existe uma semelhança entre esse tipo de pregação e os comerciais de jeans, perfume e cerveja na televisão. Assim como os comerciais, a pregação moderna tem o objetivo de criar uma disposição íntima, evocar uma resposta emocional e entreter, mas não o de comunicar necessariamente algo da essência das Escrituras. Esse tipo de pregação é uma completa acomodação a uma sociedade educada pela televisão. Segue o que é agradável, porém revela pouca preocupação com a verdade. Não é o tipo de pregação ordenada nas Escrituras. Temos de pregar a Palavra (2 Tm 4.2); falar “o que convém à sã doutrina” (Tt 2.1); ensinar e recomendar “o ensino segundo a piedade” (1 Tm 6.3). É impossível fazer estas coisas se nosso alvo é entreter as pessoas.

O futuro da pregação expositiva é incerto. O que um pastor sincero tem de fazer para alcançar pessoas que se mostram indispostas e incapazes de ouvir com atenção e raciocínio exposições da verdade divina? Este é o grande desafio para os líderes da igreja contemporânea. Não devemos nos render à pressão para sermos superficiais. Temos de encontrar maneiras de fazer conhecida a Palavra de Deus a uma geração que não apenas recusa-se a ouvir, mas também não sabe como ouvir.

Fonte: [ Soberana Graça ]
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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Há muita coisa pra amarrar na vida em vez de dizer “tá amarrado” pra Satanás




Talvez uma das pronuncias mais ditas pelos "pregadores" ~e muitos crentes vão nessa "onda" , é esse : "TÁ AMARRADO"
com coisa que é só pronuncia-la e pronto, está resolvido, assim como outras : "eu determino, eu abençoo, eu profetizo e por ai vai, note-se que a profecia, a determinação, a benção vem sempre acompanhada da palavrinha:"eu", fruto de um evangelho antropocêntrico (pra você que não sabe o que é isso, o homem é o centro e a causa de todas as coisas). encontrei o texto abaixo no blog: ASSEM-BEREIADE DEUS. 
Procurei em varias passagens Bíblicas  essa expressão, e não a encontrei, em nenhum momento Jesus ou seus discipulos ensinando essa prática....nem entrevistando demonios....só encontrei Ele expulsando....e dando autoridade para sua Igreja fazer o mesmo... Leia a Bíblia e vê se você acha essa expressão ou ato sendo praticado, se você encontrar me avise.
Boa leitura.

Professor Valdir.



Em vez de amarrar Satanás, amarre os seus pés. São eles que o levam para o conselho dos ímpios, para o caminho dos pecadores
e para a roda dos escarnecedores (Sl 1.1). Retire o seu pé do mal, da casa da mulher adúltera, do caminho largo, do altar de ídolos, da multidão dos que não servem a Deus (Pv 4.26-27).

Em vez de amarrar Satanás, amarre os seus joelhos, para eles não se dobrarem diante do tentador (Lc 4.7), diante de Baal (1 Rs 19.18) e diante das riquezas (Mt 6.24).

Em vez de amarrar Satanás, amarre as suas mãos. Se elas o fazem tropeçar, corte-as. Pois “é melhor entrar na vida eterna sem mão ou sem pé do que ficar com eles e ser jogado no fogo eterno” (Mt 18.8, BLH). As mãos precisam ser santas (1 Tm 2.8) e precisam estar agarradas ao arado, “pois quem põe a mão no arado e olha para trás não é apto para o reino de Deus” (Lc 9.62).

Em vez de amarrar Satanás, amarre o seu coração. Ele não pode amar outro cônjuge além do seu, e outro deus além de Deus. Ele não pode amar o mundo nem o que há no mundo (1 Jo 2.15).

Em vez de amarrar Satanás, amarre a sua língua. Ela é um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero. Ela contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de uma vida (Tg 3.1-12).

Em vez de amarrar Satanás, amarre os seus ouvidos. Eles não podem ouvir blasfêmias, irreverências e mentiras.

Em vez de amarrar Satanás, amarre os seus olhos. Se os seus olhos forem maus, o seu corpo todo ficará na escuridão. Olhos altivos, olhos de cobiça, olhos cheios de adultério, olhos que nunca olham para cima – precisam ser amarrados dia após dia.

Em vez de amarrar Satanás, amarre a sua mente. Ela precisa ficar cativa a Cristo. Você não tem o direito de pensar a seu gosto. Você só pode pensar naquilo que é verdadeiro, nobre, correto, puro, amável e de boa fama.

Em vez de amarrar Satanás, amarre seu gênio. Se você não suporta um revés, uma ofensa, uma crítica, uma dor – você é incapaz de viver neste mundo. Você não pode pedir fogo do céu para consumir os que não batem palmas para você.

Em vez de amarrar Satanás, amarre a sua vaidade pessoal. A soberba é um pecado latente que precisa ser dominado. É um pecado perigoso. A desgraça está um passo depois do orgulho e logo depois da vaidade vem a queda. O problema é grave demais.

Em vez de amarrar Satanás, amarre a sua incredulidade. Ela é um entrave enorme e uma ofensa contra Deus, pois sem fé é impossível agradá-Lo. Você não pode raciocinar corretamente se não incluir os recursos da fé na revelação e nas promessas de Deus.

Em vez de amarrar Satanás, amarre a sua preguiça. A preguiça faz cair em profundo sono e inventa mil desculpas para você não se mover. Cuidado com a preguiça mental que não o deixa ler e estudar a Palavra de Deus. Cuidado com a fé sem obras.

Em vez de amarrar Satanás, amarre a sua timidez. O exército de Deus não recruta soldados tímidos. Eles não estão aptos para a guerra e ainda contaminam os outros guerreiros. Ouça a pergunta de Jesus: “Por que você está com tanto medo, homem de pequena fé?”.

Em vez de amarrar Satanás, amarre o seu “eu”. Você não governa mais a sua vida. Você foi crucificado com Cristo. Assim, já não é você quem vive, mas Cristo vive em você. Convém que Jesus cresça e que você diminua.

Em vez de amarrar Satanás, amarre o pecado que habita em você. Deixe à míngua o apetite da pecaminosidade latente. Castigue o seu corpo e faça dele o seu escravo. Ofereça-o em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.


A-BD

sábado, 25 de junho de 2011

ESTAMOS EXPERIMENTANDO UM AVIVAMENTO NO BRASIL?

RECEBI ESSA MENSAGEM POR E-MAIL DO BLOG DOS BEREIANOS, UM DOS MELHORES BLOGS APOLOGÉTICOS QUE TEMOS NO NOSSO PAIS, E AINDA MAIS ESSA POSTAGEM ESCRITA PELO RENOMADO PR. AUGUSTOS NICODEMOS.

 

Link to Bereianos | Apologética Cristã Reformada


Posted: 25 Jun 2011 05:07 AM PDT
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Por Augustus Nicodemus Lopes

O termo “avivamento” tem sido usado para designar momentos específicos na história da Igreja em que Deus visitou seu povo de maneira especial, pelo Espírito, trazendo quebrantamento espiritual, arrependimento dos pecados, mudança de vidas, renovação da fé e dos compromissos com ele, de tal forma que as igrejas, assim renovadas, produzem um impacto distinto e perceptível no mundo ao seu redor. Entre os exemplos mais conhecidos está o grande avivamento acontecido na Inglaterra e Estados Unidos durante o século XVIII, associado aos nomes de George Whitefield, João Wesley e Jonathan Edwards. Há registros também de poderosos avivamentos ocorridos na Coréia, China, África do Sul. Há vários livros que trazem o histórico dos avivamentos espirituais mais conhecidos.

“Avivamento” é uma palavra muito gasta hoje. Ela está no meio evangélico há alguns séculos. As diferentes tradições empregam-na de várias formas distintas. O termo remonta ao período dos puritanos (séc. XVII), embora o fenômeno em si seja bem mais antigo, dependendo do significado com que empregarmos o termo. O período da Reforma protestante, por exemplo, pode ser considerado como um dos maiores avivamentos espirituais já ocorridos.

Há diversas obras clássicas que tratam do assunto. Elas usam a palavra “avivamento” no mesmo sentido que “reavivamento”, isto é, a revivificação da religião experimental na vida de cristãos individuais ou mesmo coletivamente, em igrejas, cidades e até países inteiros. Vários puritanos escreveram extensas obras sobre o assunto, como Robert Fleming [1630-1694], The Fulfilling of the Scripture, Jonathan Edwards [1703-1758] em várias obras e um dos mais extensos e famosos, John Gillies [1712-1796], Historical Collections Relating to Remarkable Periods of the Success of the Gospel [Coleção de Registros Históricos de Períodos Notáveis do Sucesso do Evangelho].

Mas, não foi por ai que eu comecei. O primeiro livro que li sobre avivamento foi Avivamento: a ciência de um milagre, da Editora Betânia. Eu era recém convertido e o livro me foi doado por um pastor que percebeu meu interesse pelo assunto. O livro tratava do ministério de Charles Finney, que ministrou nos Estados Unidos no século XIX, e registrava eventos extraordinários que acompanhavam as suas pregações, como conversões de cidades inteiras. Além das histórias, o livro trazia extratos de obras do próprio Finney onde ele falava sobre avivamento. Para Finney, um reavivamento espiritual era o resultado do emprego de leis espirituais, tanto quanto uma colheita é o resultado das leis naturais que regem o plantio. Não era, portanto, um milagre, algo sobrenatural. Se os crentes se arrependerem de seus pecados, orarem e jejuarem o suficiente, então Deus necessariamente derramará seu Espírito em poder, para converter os incrédulos e santificar os crentes. Para Finney, avivamento é resultado direto do esforço dos crentes em buscá-lo. Se não vem, é porque não estamos buscando o suficiente.

As idéias de Finney marcaram o início de minha vida cristã. Hoje, muitos anos e muitos outros livros depois, entendo o que não poderia ter entendido à época. Finney era semi-pelagiano e arminiano, e muito do que ele ensinou e praticou nas reuniões de avivamento que realizou era resultado direto da sua compreensão de que o homem não nascia pecador, que era perfeitamente capaz de aceitar por si mesmo a oferta do Evangelho, sem a ajuda do Espírito Santo. As idéias de Finney sobre avivamento, principalmente o conceito de que o homem é capaz de produzir avivamento espiritual, influenciaram tremendamente setores inteiros do evangelicalismo e do pentecostalismo. Hoje, tenho outra concepção acerca do assunto.

Eu uso o termo avivamento no sentido tradicional usado pelos puritanos. E portanto, creio que é seguro dizer que apesar de toda a agitação em torno do nome, o Brasil ainda não conheceu um verdadeiro avivamento espiritual. Depois de Finney, Billy Graham, do metodismo moderno e do pentecostalismo em geral, “avivamento” tem sido usado para designar cruzadas de evangelização, campanhas de santidade, reuniões onde se realizam curas e expulsões de demônios, ou pregações fervorosas. Mais recentemente, após o neopentecostalismo, avivamento é sinônimo de louvorzão, dançar no Espírito, ministração de louvor, show gospel, cair no Espírito, etc. etc. Nesse sentido, muitos acham que está havendo um grande avivamento no Brasil. Eu não consigo concordar. Continuo orando por um avivamento no Brasil. Acho que ainda precisamos de um, pelos seguintes motivos:

1. Apesar do crescimento numérico, os evangélicos não têm feito muita diferença na sociedade brasileira quanto à ética, usos e costumes, como uma força que influencia a cultura para o bem, para melhor. Historicamente, os avivamentos espirituais foram responsáveis diretos por transformações de cidades inteiras, mudanças de leis e transformação de culturas. Durante o grande avivamento em Northampton, dois séculos atrás, bares, prostíbulos e casernas foram fechados, por falta de clientes e pela conversão dos proprietários. A Inglaterra e a Escócia foram completamente transformadas por avivamentos há 400 anos.

2. Há muito show, muita música, muito louvor – mas pouco ensino bíblico. Nunca os evangélicos cantaram tanto e nunca foram tão analfabetos de Bíblia. Nunca houve tantos animadores de auditório e tão poucos pregadores da palavra de Deus. Quando o Espírito de Deus está agindo de fato, ele desperta o povo de Deus para a Palavra. Ele gera amor e interesse nos corações pela revelação inspirada e final de Deus. Durante os avivamentos históricos, as multidões se reuniam durante horas para ouvir a pregação da Palavra de Deus, para ler as Escrituras, à semelhança do avivamento acontecido na época de Esdras em Israel, quando o povo de Deus se quedou em pé por horas somente ouvindo a exposição da Palavra de Deus. Não vemos nada parecido hoje. A venda de CDs e DVDs com shows gospel cresce em proporção geométrica no Brasil e ultrapassa em muito a venda de Bíblias.

3. Há muitos suspiros, gemidos, sussurros, lágrimas, olhos fechados e mãos levantadas ao alto, mas pouco arrependimento, quebrantamento, convicção de pecado, mudança de vida e santidade. Faz alguns anos recebi um convite para pregar numa determinada comunidade sobre santidade. O convite dizia em linhas gerais que o povo de Deus no Brasil havia experimentado nas últimas décadas ondas sobre ondas de avivamento. “O vento do Senhor tem soprado renovação sobre nós”, dizia o convite, mencionando em seguida como uma das evidências o surgimento de uma nova onda de louvor e adoração, com bandas diferentes que “conseguem aquecer os nossos ambientes de culto”. O convite reconhecia, porém, que ainda havia muito que alcançar. Existia especialmente um assunto que não tinha recebido muita ênfase, dizia o convite, que era a santidade. E acrescentava: “Sentimos que precisamos batalhar por santidade. Por isto, estamos marcando uma conferência sobre Santidade...” Ou seja, pode haver avivamento sem santidade! Durante um verdadeiro avivamento, contudo, os corações são quebrantados, há profunda convicção de pecado da parte dos crentes, gemidos de angústia por haverem quebrado a lei de Deus, uma profunda consciência da corrupção interior do coração, que acaba por levar os crentes a reformar suas vidas, a se tornarem mais sérios em seus compromissos com Deus, a mudar realmente de vida.

4. Um avivamento promove a união dos verdadeiros crentes em torno dos pontos centrais do Evangelho. Historicamente, durante os avivamentos, diferenças foram esquecidas, brigas antigas foram postas de lado, mágoas passadas foram perdoadas. A consciência da presença de Deus era tão grande que os crentes se uniram para pregar a Palavra aos pecadores, distribuir Bíblias, socorrer os necessitados e enviar missionários. Em pleno apartheid na África do Sul, estive em Kwasizabantu, local onde irrompeu um grande avivamento espiritual em 1966, trazendo a conversão de milhares de zulus, tswanas e africaners. Foi ali que vi pela primeira vez na África do Sul as diferentes tribos negras de mãos dadas com os brancos, em culto e adoração ao Senhor que os havia resgatado.

5. Um avivamento dissipa o nevoeiro moral cinzento em que vivem os cristãos e que lhes impede de ver com clareza o certo e o errado, e a distinguir um do outro. Durante a operação intensa do Espírito de Deus, o pecado é visto em suas verdadeiras cores, suas conseqüências são seriamente avaliadas. A verdade também é reconhecida e abraçada. A diferença entre a Igreja e o mundo se torna visível. Fazem alguns anos experimentei um pouco disso, numa ocasião muito especial. Durante a pregação num domingo à noite de um sermão absolutamente comum em uma grande igreja em Recife fui surpreendido pelo súbito interesse intenso das pessoas presentes pelo assunto, que era a necessidade de colocarmos nossa vida em ordem diante de Deus. Ao final da mensagem, sem que houvesse apelo ou qualquer sugestão nesse sentido, dezenas de pessoas se levantaram e vieram à frente, confessando seus pecados, confissões tremendas entrecortadas por lágrimas e soluços. O culto prolongou-se por mais algumas horas. E era um culto numa igreja presbiteriana! O clima estava saturado pela consciência da presença de Deus e os crentes não podiam fazer outra coisa senão humilhar-se diante da santidade do Senhor.

6. Um avivamento espiritual traz coragem e ousadia para que os cristãos assumam sua postura de crentes e posição firme contra o erro, levantando-se contra a tibieza, frouxidão e covardia moral que marca a nossa época.

7. Um avivamento espiritual desperta os corações dos crentes e os enche de amor pelos perdidos. Muitos dos missionários que no século passado viajaram mundo afora pregando o Evangelho foram despertados em reuniões e pregações ocorridas em tempos de avivamento espiritual. Os avivamentos ocorridos nos Estados Unidos no século XIX produziram centenas e centenas de vocações missionárias e coincidem com o período das chamadas missões de fé. Em meados do século passado houve dezenas de avivamentos espirituais em colégios e universidades americanas. Faz alguns anos ouvi Dr. Russell Shedd dizer que foi chamado para ser missionário durante seu tempo de colégio, quando houve um reavivamento espiritual surpreendente entre os alunos, que durou alguns dias. Naquela época, uma centena de jovens dedicou a vida a Cristo, e entre eles o próprio Shedd.

Não ignoro o outro lado dos avivamentos. Quando Deus começa a agir, o diabo se alevanta com todas as suas forças. Avivamentos são sempre misturados. Há uma mescla de verdade e erro, de emoções genuínas e falsas, de conversões verdadeiras e de imitações, experiências reais com Deus e mero emocionalismo. Em alguns casos, houve rachas, divisões e brigas. Todavia, pesadas todas as coisas, creio que um avivamento ainda vale a pena.

Ao contrário de Finney, não creio que um avivamento possa ser produzido pelos crentes. Todavia, junto com Lloyd-Jones, Spurgeon, Nettleton, Whitefield e os puritanos, acredito que posso clamar a Deus por um, humilhar-me diante dele e pedir que ele comece em mim. Foi isso que fizeram os homens presbiterianos da Coréia em 1906, durante uma longa e grave crise espiritual na Igreja Coreana. Durante uma semana se reuniram para orar, confessar seus pecados, se reconciliarem uns com os outros e com Deus. Durante aquela semana Deus os atendeu e começou o grande avivamento coreano, provocando milhares e milhares de conversões genuínas meses a fio, e dando início ao crescimento espantoso dos evangélicos na Coréia.

Só lamento em tudo isso que os abusos para com o termo “avivamento” tem feito com que os reformados falem pouco desse tema. E pior, que orem pouco por ele.

Fonte: [ O Tempora, O Mores! ]

sexta-feira, 24 de junho de 2011

JUIZ QUE CONDENOU UNIÃO GAY "POR DEUS E PELA CONSTITUIÇÃO" SERA LEVADO Á CORTE.

MATÉRIA EXTRAIDA NA INTEGRA DO SITE: THE CHRISTIAN POST.


A PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS AUTÊNTICOS ESTÁ TOMANDO CONTORNOS E FORMAS DE PAÍSES COM REGIMES DITATORIAIS. A DECISÃO DESSE JUIZ DE INVALIDAR A UNIÃO CIVIL DE UM CASAL HOMOSSEXUAL, FOI BASEADO EM DOIS PRESSUPOSTOS  'MÁXIMOS': UM A BÍBLIA, A PALAVRA DE DEUS, E OUTRO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL, CARTA MAGMA BRASILEIRA, QUE ESTÁ ACIMA DO INTERESSE PARTICULAR DE GRUPOS, SEJA ELES RELIGIOSOS, ÉTNICOS, OU SOCIAIS, QUE FOI DESRESPEITADO PELO STF ALGUNS DIAS ATRAS.
AONDE TUDO ISSO VAI PARAR? 
ACREDITO QUE ESSE É UM CAMINHO SEM VOLTA, VAMOS PRESENCIAR ESSES "EMBATES" COM CERTA FREQUÊNCIA, NA MEDIDA QUE MAIS PESSOAS SE CONTRAPOREM A ESSA PRÁTICA.
NA ÉPOCA DAS "SANTAS INQUISIÇÕES" QUALQUER POSIÇÃO CONTRARIA AO SISTEMA DO CATOLICISMO ROMANO ERA TIDO COMO AFRONTA AS VERDADES DO PAPA E CONTRA O GOVERNO. HOJE TEMOS UMA NOVA MANEIRA DE PUNIR AQUELES QUE SE CONTRAPÕE AO "SISTEMA", RECEBEM A SUA DEVIDA PUNIÇÃO DO SISTEMA INQUISITÓRIO, NÃO UMA FOGUEIRA, MAS SIM UMA RETALIAÇÃO POR EXPRESSAR SEU POSICIONAMENTO, SEJA ELE DE ORDEM TEOLÓGICO OU JURÍDICO, SEJA ELE AMPARADO PELA CONSTITUIÇÃO SANTA DE DEUS AOS HOMENS,A BIBLIA, OU A CONSTITUIÇÃO FEDERAL REDIGIDA AOS BRASILEIROS SEM DISCRIMINAÇÃO DE CREDOS, RAÇAS, COR, OU ETNIAS.
POR VALDIR MANENTE.


SEGUE-SE ABAIXO O POST QUE ENCONTREI NO SITE REFERIDO ACIMA.


Juiz que Cancelou União Gay “Por Deus” É levado à Corte Especial

A desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, corregedora do Tribunal de Justiça de Goiás, levará o juiz Jerônymo Pedro Villas Boas, de 45 anos à Corte Especial. Ela anulou um ofício do juiz que suspendia o primeiro contrato de união estável homoafetiva da capital de Goiás.
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(Foto: Guia me via The Christian Post)
O juiz Villas Boas, titular da 1 ª Vara da Fazenda Pública Municipal e de Registros de Goiânia, cancelou o registro de união estável de um casal de homens na semana passada em Goiânia (GO).
O juiz Villas Boas, titular da 1 ª Vara da Fazenda Pública Municipal e de Registros de Goiânia, foi o responsável por cancelar o registro de união estável de um casal de homens na semana passada em Goiânia (GO).
Ele disse nesta quarta-feira (22) na Câmara dos Deputados, em um ato das frentes parlamentares Evangélicas e da Família que agiu motivado “por Deus”. Ao argumentar que um juiz não pode ter medo ao proferir suas decisões, disse temer “a Deus, não aos homens”.
O magistrado, que é pastor da Igreja Assembleia de Deus e vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), alegou que “Não fui notificado”. “Não posso ser julgado à revelia”, disse Villas Boas, sobre a decisão de levá-lo ao Tribunal Especial.
O juiz ainda declarou que não discriminou ninguém ao decidir revogar a União Estável do casal homossexual. “Assim como tenho o direito de manifestar a minha fé, não discrimino pessoas e minhas decisões são todas à luz da lei”. Após declarar que sua decisão “se resume ao controle de legalidade do ato”, Villas Boas deixou claro seu descontentamento com a decisão do STF que reconheceu a união estável entre homossexuais: “Eu respeito à Constituição como ela foi escrita”.
Para a desembargadora, "a leitura (do ofício do juiz) demonstra vício de competência a contaminar a decisão". Ela explicou que à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) não caberia contestação e sim submissão. Quando assim não ocorre, cabe "apuração disciplinar", afirmou.
O deputado federal João Campos (PSDB-GO), líder da Frente Parlamentar Evangélica, divulgou uma moção pública em favor de Juiz e divulgou o apoio dos parlamentares evangélicos para com o magistrado.
A decisão da desembargadora foi divulgada nesta quinta-feira (23) pelo jornal Estado de São Paulo.